Quinta-Feira, 23 de Janeiro de 2020, 14h:55

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Governo descarta ceder escola Nilo Póvoas à prefeitura de Cuiabá

Por: WELLYNGTON SOUZA

O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, descartou nesta quinta-feira (23), a possibilidade de o governo estadual repassar a administração da Escola Estadual Plena Professor Nilo Póvoas à Prefeitura de Cuiabá.

Tchélo Figueiredo/Secom-MT

Secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho

 

O prefeito da capital Emanuel Pinheiro (MDB), nesta terça-feira (21), por meio de um artigo à imprensa, afirmou que irá requerer ao governador Mauro Mendes (DEM), a administração do prédio, após anuncio de fechamento devido à baixa demanda de alunos anunciado pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc). A intenção de Emanuel é instalar uma creche que ofertará mais de 750 vagas. 

“O prefeito Emanuel é apaixonado por uma política de confronto, uma política de discussões pesadas e nós não vamos entrar nesse jogo. Nossa política na gestão do governador Mauro Mendes é uma política da transparência, da honestidade e da eficiência. É uma política para exercer o poder que Deus nos deu para beneficiar o próximo, a população mato-grossense”, declarou em entrevista ao Jornal do Meio Dia, exibido pela TV Vila Real.

Mauro Carvalho afirmou que o Nilo Póvoas irá passar por uma reforma estrutural avaliada em R$ 3 milhões e que o orçamento já está destinado à Seduc. “O Nilo Póvoas será uma escola de referência e inclusão, sendo a primeira no país. O Nilo Póvoas será preservado. O prédio é antigo, mas conta com instalações muito boas”, ressalta.

De acordo com chefe da Casa Civil, a escola comportaria pelo menos mil alunos, no entanto somente 94 estavam matriculados. Carvalho disse ainda que os estudantes serão transferidos para a Escola Estadual Antônio Epaminondas, no bairro Lixeira.  

A Seduc anunciou no último dia 9, que encerará as atividades escolares na unidade e que irá transformar em um Centro de Referência e Inclusão Nilo Póvoas, destinado a atender alunos especiais que tenham problemas com drogas, violência doméstica e outras violências como abuso sexual, entre outras necessidades especiais e psicopedagógicas.

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