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Política Sábado, 03 de Janeiro de 2026, 16:56 - A | A

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Sábado, 03 de Janeiro de 2026, 16h:56 - A | A

DIVISÕES IDEOLÓGICAS

Captura de Nicolás Maduro divide políticos em Mato Grosso

Direita celebra como “libertação”, enquanto esquerda denuncia violação da soberania e alerta para riscos regionais

DA REDAÇÃO

A captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, realizada por forças militares dos Estados Unidos na madrugada deste sábado (3), provocou reações opostas entre políticos de Mato Grosso. Enquanto representantes da direita comemoraram o episódio como símbolo de “libertação”, parlamentares da esquerda denunciaram a ação como uma violação da soberania venezuelana e um perigo para a estabilidade da América Latina.

DIREITA COMEMORA

Nas redes sociais, políticos de direita se manifestaram em apoio à ofensiva. A suplente de senadora Margareth Buzetti (PP) declarou que a queda de Maduro representa um “alívio para a democracia”. Em sua publicação, escreveu: “Um grande dia! Depois de muitos anos sofrendo nas mãos de um ditador, o povo venezuelano volta a ter esperança.”

O deputado federal Nelson Barbudo (PL) também se posicionou, afirmando que “ditadura não é soberania, mas sim um crime contra o povo!”

A líder da bancada federal, Coronel Fernanda (PL), resumiu sua reação em uma frase direta: “Maduro caiu.”

Já o deputado Coronel Assis divulgou um vídeo em que celebra a prisão do presidente venezuelano, chamando-o de “ditador sanguinário” e destacando que o povo acordou com “uma felicidade enorme”.

José Medeiros (PL) reforçou a comemoração ao publicar imagens de Maduro acompanhadas das legendas: “Foro de SP, pouco a pouco, será desfacelado” no Instagram e “Momento histórico para Venezuela e toda América Latina. #madurocaptured” no X (antigo Twitter).

ESQUERDA CRITÍCA

Em contraponto, parlamentares da esquerda repudiaram a ação. O deputado Valdir Barranco (PT) compartilhou a manifestação do presidente Lula, alinhando-se à posição oficial do governo brasileiro.

Ludio Cabral, também pelo X, afirmou que a intervenção é condenável por si só, mas se torna “ainda mais absurda pelas motivações, e ameaça toda a América Latina.” Ele acrescentou: “Não é por democracia e nem pra combater narcotráfico ou terrorismo. Menos ainda pelo bem estar do povo venezuelano, que vai sofrer ainda mais. É a história se repetindo e pelo mesmo motivo. Basta lembrar do que aconteceu no Iraque, na Líbia e na Síria.”

A ex-deputada Rosa Neide (PT) destacou que, apesar de não apoiar Maduro, considera essencial defender a soberania da Venezuela. Ela alertou para os impactos sobre a população: “Quem paga é o povo”, completando: “O povo já passa dificuldade para ficar à mercê de um império.”

Trump confirma governo de transição e interesse no petróleo
O presidente norte-americano Donald Trump confirmou a intervenção em coletiva realizada em Mar-a-Lago. Ele anunciou que os EUA irão assumir o comando de um governo provisório na Venezuela “até que o país esteja seguro novamente.”

Trump também revelou interesses econômicos na operação, especialmente na abertura do setor petrolífero venezuelano para empresas dos Estados Unidos. Segundo ele: “Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos EUA, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país.”

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