O ex-presidente da Aprosoja Brasil e pré-candidato ao Senado, Antônio Galvan (Avante), afirmou que fará "carreira solo" na campanha, não caminhando com nenhum nome que disputará o governo. Galvan conta com a chapa de deputados federais do partido para puxar votos a ele. O pré-candidato à majoritária disse que devido sua demora para decidir seu destino político, acabou comprometendo as discussões da chapa à Assembleia Legislativa (ALMT), inviabilizando as articulações.
"Acreditamos que podemos chegar lá. A essa altura, o Avante tem a chapa de deputado federal e nós que devemos ir a carreira solo", falou Galvan à imprensa em Sinop nessa quarta-feira (22)
Ao anunciar que pleitearia uma das duas cadeiras do Senado por Mato Grosso em 2026, Galvan estava alinhado com o PL. O pré-candidato rompeu com a sigla, deixando o palanque do senador Wellington Fagundes (PL), após a legenda abrir espaço a ele somente na chapa de federais. O produtor rural optou por não encolher o seu projeto político e se afastou do Partido Liberal.
O posicionamento de Galvan é estratégico e restrito ao diretório estadual, uma vez que ele só aceitou se filiar ao Avante após a nacional liberá-lo para apoiar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República. O próprio produtor rural, que se classifica como um dos remanescentes da "direita raiz", admitiu que pode rever o palanque solo e sinalizar apoio algum candidato ao governo.
"Isso ainda vai der discutido com a prórpia diretoria do Avante. Somos uma equipe e devemos discutrir juntos se apoiamos um candidato", concluiu.
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