O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que se expressou mal ao explicar inicialmente que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) poderia ser substituído pelo Corpo de Bombeiros, assim como nos municípios do interior do estado.
Em coletiva nesta quinta-feira (23), Pivetta explicou que a integração de serviços entre o SAMU e o Corpo de Bombeiros foi estabelecida por meio de um termo de colaboração assinado em junho de 2025 pelo ex-governador Mauro Mendes (UB) e declarou que teria se equivocado no repasse de informações.
“Eu me expressei mal em algum momento sobre esse assunto. O SAMU é um programa federal que permite que os municípios façam adesão, não é um programa do Estado”, afirmou.
Indagado sobre os desligamentos dos profissionais de saúde, em março deste ano, Otaviano minimizou e afirmou que: “está cheio de trabalho por aí”. Ao complementar a fala do governador, o Secretário de Estado de Saúde, Juliano Mello, enfatizou que não houve demissão, mas sim o vencimento desses contratos e que o número de profissionais desligados teria sido menos de 40 e não 56, como havia sido divulgado.
“Não houve demissão, houve um vencimento desses contratos, tempo para dois anos, então é simples. E estas pessoas que foram desligadas, que não dão 56, tá? São 38 que foram desligadas, foi só para fazer um ajuste das escalas entre as unidades”, justificou Juliano.
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