O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) deixou o palco de um evento em Sinop (480 km de Cuiabá) ao ser ignorado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A proposta era que os dois pré-candidatos ao governo, Pivetta e o senador Wellington Fagundes (PL), ficassem ao lado de Flávio para uma foto com demais políticos de Mato Grosso. Otaviano se posicionou, mas ao ser pressionado pelas autoridades que estavam no dispositivo, ficou sem espaço e saiu.
Antes de virar de costas e se direcionar para fora do palco, Pivetta foi chamado pelo presidente do PP, o ex-deputado federal Nilson Leitão, que tentou "encaixá-lo". O governador ensaiou um retorno, mas olhou para Flávio e Wellington que estavam indiferentes à sua presença. Na sequência, Leitão falou algo no ouvido de Pivetta que balançou a cabeça negativamente e foi embora.
O ato de Flávio Bolsonaro em não dividir o palanque com Otaviano tem um fundo eleitoral significativo, considerando que o senador confirmou o seu apoio a candidatura de Wellington Fagundes, anulando qualquer possibilidade de compor aliança com o Republicanos. A movimentação era aguardada, uma vez que Fagundes já tinha a confirmação do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto.
Já para o Senado, Flávio abriu exceção, afirmando que o candidato oficial do partido será o deputado federal José Medeiros (PL), mas que ele fechará acordos com outras chapas para absorver os votos desses candidatos. O ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), um dos nomes cotados para 'dobradinha' com Medeiros, é uma das chapas que entrará nesse apoio múltiplo. A deputada estadual Janaina Riva (MDB), nora de Fagundes, é outra pré-candidata que pode ser beneficiada.
VEJA VÍDEO
Ver essa foto no Instagram
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







