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Política Quinta-feira, 23 de Abril de 2026, 18:04 - A | A

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2026, 18h:04 - A | A

CASA DOS HORRORES 2.0

Vereadora acusa colega de calúnia e diz que teme por integridade física em VG

Parlamentar gravou áudios de visualização única onde o colega de PSB teria proferido ofensas contra sua honra e família; Rosy Prado articula ações no Ministério Público e Comissão de Ética

BIANCA MORTELARO
Da redação

A vereadora de Várzea Grande Rosy Prado (UB) faltou à sessão da Câmara Municipal nesta quinta-feira (23) e divulgou uma nota oficial à imprensa na qual acusa o colega de parlamento Kleberton Feitoza Eustaquio (PSB) de ter enviado mensagens de áudio com conteúdo criminoso, incluindo calúnia, injúria e difamação. Rosy afirmou que entrará com uma representação contra o vereador por quebra de decoro parlamentar, que pode resultar em sua cassação.

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A parlamentar afirmou que as ofensas a abalaram emocionalmente e que passou a temer por sua integridade física, motivo alegado para a ausência justificada. A equipe jurídica de Rosy Prado já estuda representação por quebra de decoro parlamentar contra Feitoza, o que pode levar à cassação do mandato do vereador do PSB.

Segundo a nota, o episódio teve início na noite de quarta-feira (22), quando Kleberton Feitoza teria enviado uma mensagem via WhatsApp manifestando descontentamento ao ver um eleitor seu saindo do gabinete de Rosy Prado. Após a vereadora ignorar a investida inicial, Feitoza teria passado a encaminhar oito áudios, todos na modalidade de visualização única, recurso que impede o salvamento automático no aplicativo.

Precavida, a vereadora afirma ter gravado o conteúdo dos áudios usando um segundo aparelho celular. Nas gravações, segundo a nota, Feitoza a acusa de receber “mesadinha” e de “furar fila” do SUS, além de direcionar ofensas a familiares da parlamentar.

A nota, assinada pela parlamentar, também resgatou episódios anteriores envolvendo o nome do vereador do PSB. Em 2021, Feitoza foi conduzido coercitivamente a uma delegacia após desacatar policiais militares. Mais recentemente, envolveu-se em um caso de agressividade contra a médica Mariana Oliveira Pedroso durante uma fiscalização em unidade de saúde no município. “Percebe-se tratar de pessoa com histórico violento e desequilibrado”, diz trecho da nota.

A equipe jurídica da vereadora já articula pelo menos três frentes de ação: uma representação por quebra de decoro parlamentar perante a Comissão de Ética da Câmara de Várzea Grande, que pode resultar na cassação do mandato de Kleberton Feitoza; uma denúncia formal ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), solicitando medidas internas contra o vereador; e uma representação criminal ao Ministério Público de Mato Grosso por crimes contra a honra, além de uma ação civil de reparação por danos morais.

Em tom de desabafo, a nota finaliza afirmando que Rosy Prado lamenta profundamente ter de conviver, no ambiente de trabalho, com um homem de “postura agressiva, desrespeitosa e muitas vezes criminosa”, sobretudo em um momento em que o Legislativo debate o endurecimento de regras contra crimes praticados contra a mulher.

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