O líder do governo Dilmar Dal Bosco (União Brasil) prevê que os próximos meses de 2026 serão mais calmos no Legislativo mato-grossense. Reconduzido à liderança pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), Dal Bosco acredita que os deputados ficarão distantes das chamadas 'pautas-bombas' por estarem focados nas campanhas à reeleição. Além disso, o líder de Pivetta destacou que as matérias espinhosas ao governo, como a Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores estaduais, já foram votadas.
"Nós já aprovamos em janeiro o RGA que estava previsto. Era 4,53% e nós conseguimos um ganho maior de 5,4%. Quer dizer, deu 1% praticamente a mais aos servidores públicos de Mato Grosso. Eu acho que a Assembleia ganhou isso com todos os deputados, principalmente, os deputados da base", falou Dilmar ao Estadão MT, em Sinop, nessa quarta-feira (22).
Dilmar deixou a liderança após sete anos e três meses à frente do cargo durante o mandato do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil). Com a desincompatibilização de Mauro do governo para concorrer ao Senado, Dal Bosco o acompanhou.
Os deputados da bancada do Republicanos - Diego Guimarães, Dr. Eugênio, Nininho e Valmir Moretto - começaram a ser ventilados à liderança. Diego chegou a conversar com Pivetta sobre a conjectura, colocando o seu nome à disposição, mas o governador acabou não convidando Guimarães. O deputado passou a defender o correligionário mais experiente, abrindo margem para a projeção de Nininho.
Porém, Pivetta acabou optando pelo retorno de Dilmar ao posto de líder. O deputado estadual demonstrou lealdade ao grupo de Mendes, atuando como articulador dos interesses do governo em discussões sensíveis e polêmicas, como a Lei da Pesca, que foi debatida por mais de um semestre na AL até ser aprovada.
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