A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), disse que o seu gabinete é "porta aberta" para vereadores, secretários e servidores, e que, por enquanto, ainda não há suspeitos para a suposta escuta investigada pela Polícia Civil. Flávia explicou que o dispositivo estava em sua mesa e que ela pensava ser apenas uma campanhia. No entanto, testes da PJC apontaram a possibilidade de haver a captação de conversas e transmissão desses áudios.
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"Sou aquela prefeita de porta aberta mesmo, entendeu? Então, assim, não tenho suspeita", disse Flávia Moretti à imprensa nesta sexta-feira (17).
O dispositivo foi retirado após a prefeita registrar um boletim de ocorrência na Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e passará por perícia. Segundo Flávia, a campainha não funcionava, mas disparou no momento que os policiais aproximaram o equipamento de monitoramento. Um pente-fino foi feito pelos agentes da PJC constatou a presença de sinais eletromagnéticos em tomadas.
Apesar do indício, a prefeita preferiu minimizar a gravidade do episódio enquanto aguarda o laudo pericial definitivo.
"Acredito que nem seja uma escuta. Acredito que seja apenas um dispositivo que ficou ali, inoperante, sem funcionamento e apitou, por coincidência. Às vezes, porque o aparelho que passou era um pouco mais potente, alguma coisa, mas por zelo e cuidado da polícia", minimizou a prefeita.
A Polícia Civil registrou o caso como violação de lugar ou objeto, segundo a Lei das Contravenções Penais. Somente a perícia será capaz de confirmar a existência de eventual escuta clandestina.
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