A iniciativa tem como objetivo ampliar a capacidade e a cobertura da rede, bem como reduzir o consumo de energia da sua operação.
A tele já fez a mesma coisa em São Paulo ano passado, com desembolso na ordem de R$ 1 bilhão. O investimento específico neste novo projeto não foi revelado, mas está dentro do plano anual de R$ 4,5 bilhões da companhia.
"Buscamos preparar desde já nossa rede para o futuro, aumentando a capacidade 5G e levando uma experiência ainda melhor para os clientes da TIM", afirmou o vice-presidente de Desenvolvimento Tecnológico da TIM, Marco Di Costanzo.
Nesta jornada, a TIM fechou parcerias comerciais com a Nokia e a Huawei para atualizar um total de 6,5 mil pontos com antenas e estações rádio-base no País. Em Brasília, serão 680 pontos, enquanto na Grande Belo Horizonte, 722.
A TIM tem um total de 3 milhões de clientes nessas localidades. Em Brasília, detém 24,1% do mercado, enquanto em Belo Horizonte, são 22,7%, segundo ranking da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Entre outras medidas, a operadora vai incorporar inteligência artificial para otimizar a operação da rede. O objetivo é que a automação possibilidade ajustes dinâmicos no tráfego de dados e na distribuição do sinal, garantindo maior estabilidade e eficiência.
Esses ganhos na transmissão devem contribuir ainda para redução de 15% no consumo de energia da rede. Além disso, vai ocupar menos espaço de antenas nas torres, enxugando custos de locação para a companhia.
(Com Agência Estado)
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