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Política Quarta-feira, 15 de Maio de 2024, 12:11 - A | A

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Quarta-feira, 15 de Maio de 2024, 12h:11 - A | A

SUPLÊNCIA DO MANDATO

Ex-assessor de Barbudo afirma "não ter interesse" em assumir chefia de gabinete em Brasília

Advogado especialista em Direito Eleitoral não está disposto a abrir mão de clientes cooptados para as eleições 2024

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O advogado Carlos Hayashida e ex-assessor parlamentar do primeiro suplente de deputado federal Nelson Barbudo (PL) afirmou ao HNT que "não tem interesse" em assumir a chefia de gabinete do parlamentar em Brasília. Hayashida era ventilado ao cargo por ter atuado na coordenação do gabinete em Mato Grosso enquanto Barbudo estava deputado, porém, explicou que assumiu compromissos com clientes para as eleições municipais deste ano e não pode simplesmente "deixá-los".

Embora já tenha esse posicionamento definido, o advogado especialista em Direito Eleitoral ainda não conversou com Nelson Barbudo, que, segundo ele, segue "isolado" em sítio no interior do Estado, seguindo recomendação do presidente do PL em MT, Ananias Filho. 

LEIA MAIS: Ex-chefe de gabinete é ventilado para retornar ao cargo com Barbudo, diz presidente do PL

"Não tenho interesse de ir a Brasília. Ainda não sentamos para conversar, Barbudo ainda não veio para Cuiabá, está isolado em seu sítio por uma orientação do Ananias, mas não tenho essa disposição. Poderia assumir o gabinete em Mato Grosso, mas, em Brasília, não tenho esse interesse devido aos meus clientes que estão contando com meus serviços e não poderia deixá-los", falou o advogado nesta quarta-feira (15). 

Carlos Hayashida acredita que Nelson Barbudo está correto em assumir essa postura moderada. O ex-assessor passou por situação semelhante quando o deputado estadual Silvio Favero (PSL) morreu, em 2021, em decorrência da covid-19. À época, o advogado passou pelo processo de transição entre as equipes de Fávero e do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que era o primeiro suplente. 

"Eu passei por essa situação quando era chefe de gabinete do deputado Silvio Favero e ele faleceu. A gente também tem um cuidado muito emocional por esse tipo de situação, até porque, infelizmente, a gente viveu isso na transição do Silvio Fávero com o Cattani e é um momento que a gente respeita muito. Tanto eu quanto o deputado estamos tendo esse cuidado para não anteciparmos o seu retorno", explicou. 

Por ter atravessado essa situação, Hayashida, inclusive, fez uma ligação de cortesia à chefia de gabinete da deputada federal Amália Barros (PL). O advogado acredita que alguns servidores da equipe de Amália possam ser convidados a compor com Barbudo, porém, essa é uma situação que só será discutida após a oficialização do primeiro suplente à frente do mandato. 

"Conversei com a chefe de gabinete da Amália em termos de solidariedade mesmo, repartindo um pouco da história que eu tive para acalmá-la mesmo, e até dando algumas orientações. Mas acredito que é um processo natural. Acredito que o Nelson Barbudo vai querer dar continuidade ao legado e acho que é importante isso, pelo menos dar seguimento nas pautas, às bandeiras dela. Ele vai ter que conversar com a equipe dela e isso vai se dar de forma natural", avaliou Carlos Hayashida.

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