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Política Sexta-feira, 24 de Abril de 2026, 19:49 - A | A

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2026, 19h:49 - A | A

RIXA ENTRE PODERES

Confronto entre Gilmar Mendes e Romeu Zema impulsiona pré-campanha de 2026

Troca de declarações entre ministro do STF e ex-governador mineiro expõe tensões políticas e amplia visibilidade de Zema nas redes

CONTEÚDO G1

Natural de Diamantino (a 185 Km de Cuiabá), o ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), tornou-se figura central em um dos embates políticos mais comentados das últimas semanas. O confronto com o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência da República, envolveu críticas ao Judiciário, declarações polêmicas e pedidos de desculpas, ao mesmo tempo em que ampliou a visibilidade de Zema nas redes sociais.

O episódio teve início em março, quando Zema publicou um vídeo criticando o STF e os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, no contexto das investigações sobre o Banco Master. Em resposta, Gilmar solicitou ao ministro Alexandre de Moraes a inclusão de Zema no inquérito das fake news, pedido que foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR).

Na quinta-feira (23), em entrevista ao portal Metrópoles, Gilmar utilizou um exemplo que gerou repercussão imediata ao mencionar a homossexualidade de forma hipotética. Horas depois, reconheceu o erro e pediu desculpas publicamente. Zema rebateu no dia seguinte, afirmando não se sentir ofendido e aproveitou para criticar decisões anteriores do ministro.

O embate também incluiu comentários de Gilmar sobre o sotaque mineiro de Zema, que chegaram a ser avaliados por aliados do ex-governador como passíveis de ação judicial, hipótese descartada pelo próprio político. Paralelamente, levantamento da consultoria AP Exata apontou que as menções a Zema nas redes sociais cresceram 192% após o início da troca de declarações, fortalecendo sua estratégia de se posicionar como crítico do Judiciário.

Enquanto isso, o pedido de inclusão de Zema no inquérito das fake news segue em análise. O caso evidencia como a tensão entre Judiciário e pré-candidatos pode se tornar um dos pontos centrais do debate eleitoral de 2026.

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