O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), reconheceu os transtornos que os congestionamentos provocados pelas obras do BRT (Ônibus de Trânsito Rápido) trazem aos motoristas e usuários dos transportes públicos, mas disse que a população "tem que suportar" as dificuldades para o modal ser concluído, encerrando o impasse sobre o projeto. Abilio elogiou o ritmo de trabalho das concessionárias, ressaltando que estão aceleradas após o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) criar comissão com fiscais do alto escalão do Palácio Paiaguás para acompanhar dioturnamente o cumprimento do cronograma.
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"Eu tenho observado que as obras estão bem aceleradas e a finalidade é concluir agora no mês de junho. Então, a gente tem que suportar um pouco todo esse congestionamento terrível que está a cidade. A cidade está travada, são diversos pontos críticos, mas acredito que vai passar esse sofrimento agora. É melhor do que ficar postergando isso aí para 2027, 2028 e essa obra nunca terminar", falou Abilio Brunini à imprensa.
A gente tem que suportar um pouco todo esse congestionamento terrível
Antes de passar a faixa a Pivetta, o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) ajustou com as empresas a entrega dos trechos 1 e 2 para junho. A meta é que os ônibus começem a circular em dezembro. Para viabilizar a inauguração, o número de operários foi reforçado com novas contratações e os turnos dobrados. Os trabalhadores estão na ativa durante o dia e à noite, se revezando no canteiro de obras.
Com mais pessoas nas ruas, o governo autorizou as intervenções simultâneas na Avenida do CPA e Prainha, impondo bloqueios em diferentes vias ao mesmo, promovendo mais reflexos ao trânsito. Além disso, há também obras em dois pontos da Avenida Miguel Sutil, um sentido Centro, próximo ao viaduto da Todimo; e outro na direção da Avenida Fernando Corrêa onde é construída uma trincheira. O combo de obras exige do motorista paciência para encontrar rotas alternativas.
ATRASO GEROU CAOS
A conclusão dos trechos 1 e 2 do BRT, cortando a Avenida do CPA, na Capital até Várzea Grande, foi uma promessa de 2024. No entanto, as empreiteiras responsáveis falharam com o prazo e pediram um aditivo a Mendes. O anúncio mobilizou a ala política. O presidente do Tribunal de Contas (TCE-MT), Sérgio Ricardo, interferiu, exigindo a quebra do contrato após identificar a falta de capacidade das empresas de dispor de máquinas e operários para intensificar o trabalho. O governo avançou com a tratativa e o acordo com rompido.
As empreiteiras vencedoras da concessão já recebido e foi selado um novo acordo para que as empresas entregassem o trecho da Avenida do CPA.
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