A prisão, pela Polícia Federal, do presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, repercutiu na imprensa nacional. Ele é um dos alvos da Operação Tomada de Contas, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (29), que investiga a denúncia de irregularidades em contratos administrativos e pagamentos a servidores do tribunal.
O g1 destacou que contratos foram suspensos para pressionar empresas fornecedoras.
“A Polícia Federal investiga indícios de que a suspensão de contratos administrativos teria sido usada para pressionar empresas fornecedoras. Os investigadores também apuram possíveis diferenças de tratamento na liberação de recursos públicos. Outro foco da apuração envolve pagamentos a empresas e movimentações financeiras consideradas atípicas em contas de servidores públicos”, destacou a reportagem do portal.
Já o Uol destacou que a operação foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e que envolve outros estados.
“As ações acontecem nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os mandados foram autorizados pelo STJ”, diz trecho da notícia.
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A CNN citou os possíveis crimes que estão sendo investigados na operação.
“Os fatos investigados podem configurar, em tese, crimes contra a Administração Pública, lavagem de dinheiro e organização criminosa”.
A Jovem Pan destacou que saques em dinheiro, além de depósitos e retiradas dentro do próprio tribunal, alimentam as suspeitas da denúncia que deflagrou a operação.
“Os investigadores também apuram saques recorrentes em dinheiro e possíveis conexões entre depósitos bancários e retiradas realizadas nas dependências do próprio tribunal”, diz.
Por fim, a Carta Capital apontou o possível envolvimento de pagamentos a empresas e de servidores públicos que atuam no TCE-MT.
“Também são apuradas divergências nos pagamentos a empresas, movimentações financeiras atípicas envolvendo servidores públicos e saques recorrentes em espécie, com possíveis relações entre créditos bancários e retiradas realizadas nas dependências da instituição”, finaliza.
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