O comunicado não identificou as embarcações nem trouxe detalhes sobre possíveis vítimas. A declaração ocorre em meio à escalada de tensões na região, diante de preocupações de que ataques dos EUA e de Israel ao Irã possam ser retomados.
A Marinha iraniana disse que os petroleiros desligaram os sistemas de radar e navegação e ignoraram advertências ao tentar sair por uma rota restrita. Segundo a força naval, os navios danificados foram abandonados ao largo da costa sul da via marítima.
Teerã sustenta que embarcações que pretendem cruzar o estreito devem se comunicar com as autoridades iranianas e seguir rotas determinadas. A Guarda Revolucionária afirma que outras rotas estão minadas.
Ainda nesta quinta-feira, 29, o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO, na sigla em inglês) relatou que um navio avistou outra embarcação em chamas enquanto cruzava o estreito. O órgão afirmou que desconhecia o estado da tripulação e a extensão dos danos. Ainda não estava claro se esse caso se referia a uma das três embarcações mencionadas pela Guarda Revolucionária.
Apesar da recente alta nos ataques, petroleiros continuam transportando petróleo pelo estreito sob proteção militar dos EUA, segundo a empresa de dados marítimos Lloyd's List Intelligence.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
(Com Agência Estado)
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