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Polícia Quinta-feira, 16 de Maio de 2024, 09:56 - A | A

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Quinta-feira, 16 de Maio de 2024, 09h:56 - A | A

APARENTEMENTE DE HOMEM

Corpo em estado de decomposição é encontrado em bairro de Várzea Grande

Informações extraoficiais apontam que os restos mortais podem ser do empresário e ex-policial penal Valderson Wilson Guimarães, desaparecido desde 25 de abril.

SABRINA VENTRESQUI
Da Redação

ATUALIZADA ÀS 10H57

Um corpo ainda não identificado foi encontrado no bairro Formigueiro, em Várzea Grande, na tarde de quarta-feira (15). Informações extraoficiais apontam que os restos mortais podem ser do empresário e ex-policial penal Valderson Wilson Guimarães, desaparecido desde 25 de abril.

LEIA MAIS: empresário e ex-presidiário foram jurados de morte pelo CV depois de balearem faccionado

Segundo a Polícia Civil, uma equipe plantonista da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada às 18h para atender uma ocorrência de encontro de cadáver em uma região de mata no bairro Formigueiro, em Várzea Grande.

No local, os policiais encontraram o corpo em avançada decomposição, trajando apenas um short de cor escura. Não havia testemunhas ou familiares no local. A vítima não identificada se trata, aparentemente, de pessoa do sexo masculino. Também não foi possível determinar se havia ou não lesões no cadáver. O local onde o corpo foi encontrado é de difícil acesso, sem vizinhos ou câmeras.

Conforme o delegado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Nilson Farias, em razão de não ter sido encontrado nenhuma documentação próxima ao corpo e já estar em avançado estado de decomposição, será necessário a realização de exame antropológico, que consiste em traçar um perfil bioantropológico da vítima, incluindo sexo, ancestralidade, idade, estatura, mão dominante (lateralidade), características dentárias, anomalias ósseas, patologias ósseas e características individuais.

"Vamos encaminhar para antropologia para verificar se é o cadáver do caveirinha [ex-policial] que estamos atrás ou de outras pessoas que estão desaparecidas. Segundo o perito, na análise preliminar no local, a princípio, é de 10 a 15 dias que aquele corpo estava daquela forma. Outros desaparecimentos com mais tempo não se enquadrariam nesse episódio (sic)", explicou Nilson Farias. 

O caso continua a ser investigado

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