Embora o governo tenha concordado em divulgar os arquivos, o Ministro de Comércio Chris Bryant mencionou que a publicação de alguns documentos pode ser adiada até que a polícia termine sua investigação.
A medida ocorre enquanto a divulgação de documentos relacionados a Epstein pelo Departamento de Justiça dos EUA expõe como o financista usou uma rede internacional de poderosos amigos para ganhar influência e explorar sexualmente mulheres.
Andrew Mountbatten-Windsor, como agora é chamado o ex-príncipe, foi preso na última quinta-feira em sua casa na propriedade particular de seu irmão, o Rei Charles III. Ele foi liberado no mesmo dia, com uma investigação adicional ainda pendente.
A polícia também prendeu Peter Mandelson nesta segunda-feira, um ex-ministro do governo que depois atuou como embaixador nos Estados Unidos, sob suspeita de má conduta em cargo público relacionada a acusações de que ele também compartilhou informações confidenciais com Epstein.
Ed Davey, líder dos Liberais Democratas da oposição, disse ter introduzido a moção para esclarecer por que Mountbatten-Windsor foi nomeado enviado comercial em 2001, em meio a relatos de que Mandelson pressionou pela nomeação.
Durante o debate, os legisladores pediram maior responsabilidade da monarquia e uma mudança nas regras e tradições da Câmara dos Comuns, que historicamente proibiram os membros do Parlamento de criticar integrantes da família real.
O Palácio de Buckingham tentou isolar a monarquia do escândalo ao traçar uma linha clara e marcante entre Mountbatten-Windsor e o resto da família real. Além de remover seus títulos reais, Charles forçou seu irmão a se mudar da propriedade de 30 quartos perto do Castelo de Windsor, onde ele vivia sem custo por mais de 20 anos.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
(Com Agência Estado)
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