Os EUA vinham perseguindo o petroleiro desde o mês passado, depois que ele tentou escapar de um bloqueio americano a navios de petróleo sancionados na Venezuela.
O navio foi sancionado pelos EUA em 2024 por supostamente contrabandear carga para uma empresa ligada ao grupo militante libanês Hezbollah. A Guarda Costeira dos EUA tentou abordá-lo no Caribe em dezembro, quando ele se dirigia para a Venezuela. O navio recusou a abordagem e seguiu pelo Atlântico.
O navio, antes conhecido como Bella 1, foi renomeado Marinera e registrado na Rússia, segundo mostram as bases de dados de transporte marítimo.
A apreensão do petroleiro ocorre quatro dias depois da incursão em Caracas que capturou o ditador da Venezuela Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
Após a captura do ditador deposto, funcionários do governo Trump afirmaram que continuariam a apreender navios sancionados ligados ao país latino.
(Com Agência Estado)
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