O governador Mauro Mendes (União) e o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) acompanharam em tempo real a operação que resultou na prisão de Rafael Amorim de Brito, acusado de ser o assassino do sargento Odenil Alves Pedroso, da Polícia Militar. A prisão ocorreu nessa quarta-feira (7).
O secretário de Segurança Pública, César Roveri, e o comandante-geral da Polícia Militar, Fernando Tinoco, também estavam no gabinete do governador no momento da operação.
“Acompanhamos a operação junto do governador Mauro Mendes, com o vice-governador Otaviano Pivetta e o comandante-geral, nós quatro acompanhamos em tempo real, de dentro do gabinete do governador. Temos imagens de drone, de cima, temos imagens da nossa equipe de inteligência filmando a abordagem”, disse Roveri nesta quinta (8).
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Na entrevista, o secretário destacou a complexidade para a realização de uma operação policial no Rio de Janeiro e citou o caso da mega-operação realizada em novembro do ano passado que mobilizou todo o efetivo da Polícia Militar na cidade do Rio de Janeiro e resultou na morte de 122 pessoas.
“Não é fácil uma operação no Rio de Janeiro. Nós acompanhamos recentemente, o governador do Rio fez uma grande operação em uma favela e você vê a dificuldade que o próprio Rio de Janeiro tem em operar naquelas condições”, destacou.
O ASSASSINATO DO SARGENTO
O crime ocorreu em maio de 2024, em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro, em Cuiabá.
Na noite de 28 de maio de 2024, o sargento realizava serviço extra nas proximidades da unidade de saúde quando foi atingido por disparos efetuados por um homem em uma motocicleta. Após os tiros, o autor fugiu levando a arma do policial.
Odenil foi socorrido em estado grave, encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá e submetido a cirurgia, mas não resistiu. Ele integrava o 3º Batalhão da PM desde 1998.
A Polícia Civil investiga se a execução teria sido motivada por vingança. Uma das linhas apuradas relaciona o assassinato ao confronto ocorrido dois dias antes, em 26 de maio, quando Micael Oliveira Medeiros, de 25 anos, morreu em troca de tiros com a PM.
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