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Política Quinta-feira, 08 de Janeiro de 2026, 10:32 - A | A

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Quinta-feira, 08 de Janeiro de 2026, 10h:32 - A | A

FIM DA CAÇADA

Mauro e Pivetta acompanharam em tempo real operação que prendeu assassino de sargento

Rafael Amorim de Brito foi preso em operação no Rio de Janeiro após ação da inteligência das forças de segurança de Mato Grosso

APARECIDO CARMO
Da Redação

O governador Mauro Mendes (União) e o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) acompanharam em tempo real a operação que resultou na prisão de Rafael Amorim de Brito, acusado de ser o assassino do sargento Odenil Alves Pedroso, da Polícia Militar. A prisão ocorreu nessa quarta-feira (7).

O secretário de Segurança Pública, César Roveri, e o comandante-geral da Polícia Militar, Fernando Tinoco, também estavam no gabinete do governador no momento da operação.

“Acompanhamos a operação junto do governador Mauro Mendes, com o vice-governador Otaviano Pivetta e o comandante-geral, nós quatro acompanhamos em tempo real, de dentro do gabinete do governador. Temos imagens de drone, de cima, temos imagens da nossa equipe de inteligência filmando a abordagem”, disse Roveri nesta quinta (8).

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Na entrevista, o secretário destacou a complexidade para a realização de uma operação policial no Rio de Janeiro e citou o caso da mega-operação realizada em novembro do ano passado que mobilizou todo o efetivo da Polícia Militar na cidade do Rio de Janeiro e resultou na morte de 122 pessoas.

“Não é fácil uma operação no Rio de Janeiro. Nós acompanhamos recentemente, o governador do Rio fez uma grande operação em uma favela e você vê a dificuldade que o próprio Rio de Janeiro tem em operar naquelas condições”, destacou.

O ASSASSINATO DO SARGENTO

O crime ocorreu em maio de 2024, em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro, em Cuiabá.

Na noite de 28 de maio de 2024, o sargento realizava serviço extra nas proximidades da unidade de saúde quando foi atingido por disparos efetuados por um homem em uma motocicleta. Após os tiros, o autor fugiu levando a arma do policial.

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Odenil foi socorrido em estado grave, encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá e submetido a cirurgia, mas não resistiu. Ele integrava o 3º Batalhão da PM desde 1998.

A Polícia Civil investiga se a execução teria sido motivada por vingança. Uma das linhas apuradas relaciona o assassinato ao confronto ocorrido dois dias antes, em 26 de maio, quando Micael Oliveira Medeiros, de 25 anos, morreu em troca de tiros com a PM.

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