"Tem uma regra, definida inclusive por julgamento pleno do STF, que define o volume de emendas e como essas emendas podem crescer. Então, 2,5% acima da inflação. E há, evidentemente, uma discussão com o Congresso sobre isso. E até onde nós entendemos, isso foi pactuado. Tudo aquilo que está fora do pactuado, não será executado", afirmou Rui.
No orçamento de 2026 aprovado pelo Congresso, o total de emendas parlamentares para execução ficou previsto em R$ 61 bilhões. A cifra é R$ 11 bilhões maior do que os R$ 50 bilhões que seguem a pactuação entre os Poderes.
(Com Agência Estado)
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