Em vídeo publicado na rede social Instagram, Paulinho disse que o Congresso havia entregue a Lula a "bandeira da paz" ao aprovar o projeto, mas que o presidente "tocou fogo" na proposta. "O Congresso entregou a bandeira branca da paz do Brasil nas mãos do Lula. Sabe o que ele fez? Rasgou e tocou fogo nela", declarou o deputado, em vídeo.
Na sequência, o parlamentar disse que o projeto foi "construído com diálogo e responsabilidade" e que consiste em um "recado para o mundo" pela busca de estabilidade institucional. "Mas o Lula decidiu fazer o contrário, foi ao terreno já pacificado e jogou gasolina. Preferiu o confronto ao diálogo. Preferiu a tensão ao entendimento. Ignorou o Congresso, desrespeitou a construção coletiva e vetou o projeto", declarou.
Paulinho continuou: "É importante dizer que dosimetria não é anistia, não apaga crimes. É justiça proporcional, é previsibilidade jurídica, é respeito à Constituição e é exatamente o que um País sério precisa para seguir em frente". Na ocasião, o deputado também disse que Lula deu um "recado perigoso" ao mundo de que "o Brasil não quer paz".
"Quem carrega a bandeira da paz não se curva ao autoritarismo, não aceita retrocesso e não foge da luta. Agora, chegou a hora de virar essa página e trazer a paz de volta ao Brasil. Vou trabalhar firme no Congresso para derrubar o veto do Lula e trazer a pacificação para o Brasil", finalizou Paulinho.
Lula vetou o projeto durante cerimônia do governo federal em defesa da democracia, nesta quinta. A solenidade marcou os três anos dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, objeto de inquérito que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e três meses de prisão.
"Oito de janeiro está marcado pela história como o dia da vitória da nossa democracia. Vitória sobre os que tentaram tomar o poder pela força, desprezando a vontade popular expressa nas urnas. Os que sempre defenderam a ditadura, a tortura e o extermínio de adversários, e pretendiam submeter o Brasil a um regime de exceção", discursou Lula.
(Com Agência Estado)
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