Mundo Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2011, 14:48 - A | A

Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2011, 14h:48 - A | A

CRISE

Desemprego nos EUA bate 8,6%, o mais baixo desde março de 2009

Economia do país criou 120 mil empregos em novembro, ante 100 mil em outubro

DA FOLHA DE SÃO PAULO

Imgem da Internet

O Departamento de Trabalho dos EUA revelou nesta sexta-feira que a economia do país criou 120 mil empregos (entre contratações e demissões) em novembro, ante 100 mil em outubro. A taxa de desemprego caiu de 9% para 8,6% no mesmo período, alcançando o menor nível desde março de 2009.

Economistas do setor financeiro projetavam uma cifra um pouco maior, na casa dos 126 mil postos de trabalho, enquanto a taxa de desocupação ficou abaixo das expectativas (9%).

O número de pessoas desempregadas atingiu a marca dos 13,3 milhões no mês passado, em uma redução de 594 mil registros entre outubro e novembro. A geração de empregos ficou em linha com a média mensal (131 mil) dos últimos 12 meses, de acordo com o órgão do governo americano.

Mas os dados anteriores de criação de postos de trabalho foram revisados para cima, tanto no caso de outubro (de 80 mil para 100 mil novas vagas) quanto no caso de setembro (de 158 mil novas vagas para 210 mil).

O setor privado contribuiu com 140 mil novos postos de trabalho em novembro, com fortes contribuições nos segmentos varejista e de hospedagem e lazer.

Em compensação, o setor público voltou a reduzir o quadro de pessoal, com destaque para a queda de 5 mil postos no segmento de serviços postais.

MENOS TEMPORÁRIOS

Os dados do governo americano mostram ainda um declínio de 432 mil registros no total de pessoas trabalhando em vagas temporárias (7,6 milhões).

Mas houve pouca variação no contigente de desempregados há mais de 27 semanas, praticamente estacionado na marca dos 5,7 mihões (43% do total de desocupados).

A taxa de desemprego cedeu em quase todos os grupos sociais, mas negros (15,5%) e hispânicos (11,4%) ainda detém as maiores taxas, enquanto brancos (7,8%) e asiáticos (6,5%), as menores.

E a parcela de adolescentes desempregada (23,7%) ainda continua bem superior na comparação com a taxa de desocupação entre adultos (8,3%).

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