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Polícia Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026, 07:35 - A | A

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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026, 07h:35 - A | A

OPERAÇÃO INTEGRATE

Polícia desmantela quadrilha que usava empresas para lavar dinheiro do tráfico em Cuiabá e VG

Investigações iniciadas em 2022 para apurar roubo em uma propriedade rural, levaram a identificação da célula da facção envolvida com o tráfico

Da Redação

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (20.1), a Operação Integrate para cumprimento de 35 ordens judiciais com foco na desarticulação de uma facção criminosa envolvida com a criação de empresas de fachada com o fim de fomentar o tráfico de drogas, lavagem de capitais com movimentações milionárias e outros crimes conexos.

São cumpridos na operação, seis mandados de prisão preventiva, nove de busca e apreensão, 20 sequestros de bens e contas bancárias no valor de R$ 10 milhões, movimentados de forma incompatível com a renda declarada dos investigados. 

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias da Capital com base em investigações da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá. Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande. 

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

Desarticulação do grupo criminoso

As investigações iniciaram com o desdobramento de um inquérito policial da Derf Cuiabá, após uma tentativa de roubo a uma propriedade rural em dezembro de 2022, que identificou a atuação de envolvidos no tráfico de drogas, sendo as informações encaminhadas para a Denarc.

Com o avanço das investigações, a equipe da Denarc levantou novas informações que revelaram uma estrutura criminosa articulada, com vínculos com uma facção criminosa e evidências de lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada e interpostas pessoas, utilização de nome falso para abertura de empresas e transferências para terceiros. 

Diante dos elementos, o delegado responsável pelas investigações, André Rigonato, representou pela com autorização para bloqueio de valores/bens dos envolvidos com limite de R$ 10 milhões de reais do grupo criminoso, além da prisão preventiva dos envolvidos.

Integrate

O nome operação foi escolhido por refletir o caráter integrado da atuação policial, que uniu esforços entre diferentes unidades especializadas, promovendo sinergia investigativa e otimização de recursos. 

A operação fundamenta a importância da cooperação institucional como instrumento essencial para o êxito das investigações e a produção de resultados concretos em benefício da sociedade.

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