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Polícia Terça-feira, 10 de Março de 2026, 08:56 - A | A

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Terça-feira, 10 de Março de 2026, 08h:56 - A | A

VIDA DE LUXO

Operador do CV ostentava carros de R$ 500 mil e relógios de grife

Investigação desarticula esquema de lavagem de dinheiro que utilizava "laranjas" e familiares para ocultar imóveis de alto padrão e veículos avaliados em mais de R$ 500 mil

DA REDAÇÃO

A Polícia Civil apreendeu carros de luxo, relógios de grife, dinheiro e imóveis de alto padrão no curso das investigações da Operação Arpão, deflagrada nesta sexta-feira (10). Inquérito apura lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio ligado a uma facção criminosa.

O principal alvo da operação foi identificado como W.A.F., conhecido como “Tubarão”, braço direito de Sebastião Lauze Queiroz de Amorim, conhecido como Dandão, apontado como líder do Comando Vermelho em Mato Grosso. W. A. F. atuava no gerenciamento e ocultação de recursos provenientes de atividades ilícitas.

As investigações apontam que o investigado utilizava mecanismos especializados para a lavagem do dinheiro, uma delas, o uso de familiares e pessoas próximas como “laranjas” para registrar bens e movimentar valores com o objetivo de dissimular a origem criminosa do patrimônio, com o objetivo de ocultar quem era o verdadeiro proprietário.

Esposas, parentes e pessoas do círculo do grupo aparecem como donos formais de veículos e imóveis de luxo, porém na prática os bens eram usados e controlados pelos investigados, dificultando a vinculação direta do patrimônio ao criminoso.

LEIA MAIS: Homem de confiança de 'Dandão' é alvo de operação que lavou milhões para o CV

A compra de bens de alto valor era outra estratégia utilizada para transformar o dinheiro ilícito em bens aparentemente legais, como imóveis e veículos de alto padrão avaliados em mais de R$ 500 mil. 

Também foram identificadas movimentações financeiras atípicas, como movimentações fracionadas, depósitos em espécie e pagamentos de alto valor em curto período, o que reforça os indícios de ocultação e dissimulação de patrimônio.

Com base nos elementos apurados, o delegado Antenor Junior Pimentel Marcondes, representou pelas ordens judiciais contra os investigados, com o objetivo de impedir a dissipação do patrimônio suspeito e garantir eventual ressarcimento ao Estado.

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