Em março, os Barômetros Econômicos Globais Coincidente e Antecedente caíram 0,3 e 1,4 ponto, para 102,5 e 101,3 pontos, respectivamente. As regiões da Ásia, Pacífico & África e Europa contribuíram negativamente com o resultado, enquanto a região do Hemisfério Ocidental seguiu em direção contrária.
O Barômetro Coincidente reflete o estado atual da atividade econômica. O Barômetro Antecedente emite um sinal cíclico cerca de três a seis meses à frente dos desenvolvimentos econômicos reais.
Os dois indicadores são produzidos pelo Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV) em colaboração com o Instituto Econômico Suíço KOF da ETH Zurique.
A alta de 0,3 ponto do Barômetro Coincidente em março resulta da contribuição negativa de 0,9 ponto da região da Ásia, Pacífico e África e 0,2 da Europa, enquanto a região do Hemisfério Ocidental contribuiu positivamente com 0,8 ponto. Com o resultado, o indicador do Hemisfério Ocidental volta a registrar o maior nível entre as regiões, algo que não ocorria desde setembro de 2025.
O Barômetro Global Antecedente recua 1,4 ponto em março, com contribuição negativa das regiões da Ásia, Pacífico & África, em 2,4 pontos, e da Europa, em 0,3 ponto. A região do Hemisfério Ocidental contribui em sentido oposto, positivamente em 1,3 ponto. Com o resultado, o indicador do Hemisfério Ocidental atinge o maior nível desde fevereiro de 2025 (108,7 pontos) e entre as regiões.
Em dezembro, o Barômetro Econômico Global Coincidente aumentou 1,4 ponto, para 101,3 pontos. O Barômetro Econômico Global Antecedente avançou 1,5 ponto, para 101,6 pontos.
(Com Agência Estado)
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