O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou na sexta-feira, 30, milhares de arquivos da investigação do caso Jeffrey Epstein. Entre os documentos tornados públicos, consta uma denúncia anônima que acusa o presidente dos EUA, Donald Trump, de abuso sexual. Em uma contato anônimo com o FBI, uma mulher relatou que uma amiga foi forçada a fazer sexo oral em Trump.
O relato, que não é comprovado por outros elementos da investigação, integra um relatório sobre denúncias anônimas encaminhadas ao FBI sobre o caso Epstein.
O hoje presidente dos EUA não foi formalmente acusado no caso Epstein.
Todd Blanche, o vice-procurador-geral dos EUA, afirmou em uma entrevista coletiva concedida na sexta-feira, 30, que a Casa Branca não teve envolvimento na revisão dos documentos de Epstein e que não havia material nos arquivos que justificasse novas acusações.
Segundo a denunciante, sua amiga tinha "13 ou 14 anos" na época dos fatos e relatou ter mordido o pênis de Trump. Segundo o relato, a amiga riu da situação e foi agredida pelo empresário.
O episódio teria acontecido em Nova Jersey, mas não há informações sobre quando o evento teria ocorrido. A mulher fala que o caso aconteceu "há 35 anos", mas a data da denúncia não está especificada no documento.
O documento aponta que a denúncia foi encaminhada para outras instâncias da investigação, mas não especifica os desdobramentos da acusação. Outros episódios narrados aos investigadores são elencados pelo documento como "não críveis".
(Com Agência Estado)
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