Segunda-feira, 24 de Agosto de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Justiça Quarta-feira, 04 de Setembro de 2024, 10:40 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 04 de Setembro de 2024, 10h:40 - A | A

VÍDEO DO PALETÓ

TRF1 rejeita recurso do MPF e mantém nula gravação contra Emanuel Pinheiro

Desembargadores confirmam, por unanimidade, que gravação realizada de forma clandestina, não pode ser usada como prova no processo

ANDRÉ ALVES
Redação

Reprodução

Video paletó Emanuel Pinheiro

A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) rejeitou os embargos do Ministério Público Federal (MPF), que tentava reverter a decisão que considerou ilegal a gravação do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), recebendo propina na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). A decisão, por unanimidade, ocorreu na sessão desta terça-feira (3).

“São embargos em declarações de habeas corpus em que o Ministério Público Federal alega ocorrência de omissão no acórdão embargado. Omissões ou vícios alegados pelo Ministério Público Federal que eu estou afastando”, declarou o desembargador Marcos Augusto de Souza. Os desembargadores César Jatahy e Leão Aparecido Alves acompanharam o voto do relator.

O TRF-1 havia considerado a gravação nula em julho de 2024, também de forma unânime, devido ao fato de ser uma gravação clandestina. O MPF recorreu da decisão, alegando que, embora a gravação tenha sido feita de forma clandestina, sem autorização judicial, ela deveria ser aceita, pois o interesse público e a proteção de um direito maior eram mais importantes do que a privacidade do acusado.

Em 2013, Silvio Cézar Correa Araújo gravou Emanuel Pinheiro guardando dinheiro no paletó durante seu tempo como deputado estadual. Seguno a acusação, Pinheiro era um dos parlamentares que recebiam pagamentos regulares como parte de um esquema de corrupção conhecido como "mensalinho."

Silvio Cézar, então chefe de gabinete do governador Silval Barbosa, fez a gravação como parte de um acordo que Barbosa estava estabelecendo com o Ministério Público e a Polícia Federal. Barbosa decidiu colaborar com as autoridades para conseguir uma delação premiada, em troca de uma possível redução de pena. No vídeo, Emanuel Pinheiro é visto recebendo uma grande quantia em dinheiro e guardando-a nos bolsos do paletó. No entanto, o prefeito nega a origem ilícita do recurso.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros