O secretário ponderou, contudo, que Teerã não conseguirá suportar a pressão econômica que está sofrendo.
"Os iranianos sabem que controlamos o Estreito de Ormuz. Eles fizeram uma grande aposta controlando isso, mas não podem. Há grande danos militares à sua marinha. Eles ainda tem algumas capacidades, mas não é nada perto do que era antes. Conseguimos controlar a navegação pelo Estreito permitindo que o petróleo seja escoado", afirmou.
"Buscamos garantir que a única opção para o Irã seja vir à mesa e fale sobre seu programa nuclear, que é o que o presidente está pedindo", concluiu.
(Com Agência Estado)
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