Bessent observou que o republicano já teria começado a fazer algumas ligações no fim de semana e continuará a entrar em contato com países mapeados pelo Tesouro dos EUA por suas "conexões de apoio" a Teerã.
"Os países terceiros não poderão mais dizer que apoiam o Irã sem saber", disse, acrescentando que, a partir de agora, os laços econômicos aumentam o risco de sanções secundárias. "O Irã terá duas escolhas: isolar-se completamente ou voltar à normalidade".
A campanha liderada por Bessent busca pressionar Teerã a encerrar rapidamente a guerra no Oriente Médio. "Queremos asfixiar o regime. Vocês verão uma onda de sanções quando saírem daqui, e o ritmo deve aumentar ainda mais nas próximas semanas", afirmou o secretário a repórteres, alegando que já foram dadas "muitas oportunidades" para que os iranianos remediassem seu comportamento.
Em paralelo à coletiva, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac, em inglês) do Tesouro dos EUA emitiu sanções contra cerca de 50 empresas e 30 indivíduos, além de eliminar permissões para negociações com o Irã em setores como esportes e educação e de ampliar sanções a indivíduos ligados a negociações de ouro, ativos digitais, entre outros.
(Com Agência Estado)
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