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Justiça Quinta-feira, 05 de Março de 2026, 11:42 - A | A

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CASO TONI FLOR

STF mantém condenação de intermediário por assassinato de empresário

Decisão de Edson Fachin confirma pena de 18 anos para Wellington Honório Albino no crime motivado por disputa de herança

ANDRÉ ALVES
Da Redação

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou recurso e manteve a condenação de Wellington Honório Albino condenado a 18 anos de prisão por intermediar o assassinato do empresário Toni da Silva Flor. O crime aconteceu a mando da ex-esposa, por disputa de herança em agosto de 2020. A decisão é desta terça-feira (3)

O assassinato ocorreu na manhã de 11 de agosto de 2020, por volta das 7h, em frente à Academia JR Fitness, no bairro Santa Marta, próximo ao Parque Mãe Bonifácia. Toni chegava para uma aula de luta quando foi surpreendido por Igor Espínola, que se aproximou e efetuou vários disparos. A vítima chegou a ser socorrida, mas morreu no dia seguinte.

As investigações apontaram que Ana Cláudia articulou o crime com ajuda de Ediane, que teria feito a ponte com Wellington e Dieliton, responsáveis por contratar o executor. A motivação, segundo o inquérito, envolvia disputa por bens do casal.

A defesa negou que Ana Cláudia Flor fosse a mandante e sustentou que não havia provas diretas de que teria contratado o executor. Também questionou a credibilidade dos depoimentos dos intermediários e alegou que conflitos conjugais não justificariam a motivação apontada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).

Já a defesa de Wellington Honório Albino tentou alegar que ele participou da intermediação e que não havia elementos que comprovassem sua atuação como elo entre Ana Cláudia e os demais envolvidos.

Ana Cláudia Flor foi condenada em outubro de 2022 a 18 anos de prisão por homicídio qualificado. Segundo o Ministério Público, ela pagou R$ 60 mil pela morte do empresário.

LEIA MAIS: Ana Cláudia Flor é condenada a 18 anos de prisão por mandar matar marido por herança

Já os demais réus foram condenados pelo Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, em março de 2024, o executor e os intermediários do homicídio, somando 74 anos de prisão. O assassino Igor Espínola foi condenado a 22 anos de reclusão.

Já os intermediadores Wellington Honório Albino e Dieliton Mota da Silva foram condenados a 18 anos cada um. Já Ediane Aparecida da Cruz Silva, também apontada como intermediadora, foi condenada a 16 anos.

LEIA MAIS: Executor e intermediários da morte de Toni Flor são condenados a 74 anos de prisão

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