O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou recurso e manteve a condenação de Wellington Honório Albino condenado a 18 anos de prisão por intermediar o assassinato do empresário Toni da Silva Flor. O crime aconteceu a mando da ex-esposa, por disputa de herança em agosto de 2020. A decisão é desta terça-feira (3)
O assassinato ocorreu na manhã de 11 de agosto de 2020, por volta das 7h, em frente à Academia JR Fitness, no bairro Santa Marta, próximo ao Parque Mãe Bonifácia. Toni chegava para uma aula de luta quando foi surpreendido por Igor Espínola, que se aproximou e efetuou vários disparos. A vítima chegou a ser socorrida, mas morreu no dia seguinte.
As investigações apontaram que Ana Cláudia articulou o crime com ajuda de Ediane, que teria feito a ponte com Wellington e Dieliton, responsáveis por contratar o executor. A motivação, segundo o inquérito, envolvia disputa por bens do casal.
A defesa negou que Ana Cláudia Flor fosse a mandante e sustentou que não havia provas diretas de que teria contratado o executor. Também questionou a credibilidade dos depoimentos dos intermediários e alegou que conflitos conjugais não justificariam a motivação apontada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).
Já a defesa de Wellington Honório Albino tentou alegar que ele participou da intermediação e que não havia elementos que comprovassem sua atuação como elo entre Ana Cláudia e os demais envolvidos.
Ana Cláudia Flor foi condenada em outubro de 2022 a 18 anos de prisão por homicídio qualificado. Segundo o Ministério Público, ela pagou R$ 60 mil pela morte do empresário.
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Já os demais réus foram condenados pelo Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, em março de 2024, o executor e os intermediários do homicídio, somando 74 anos de prisão. O assassino Igor Espínola foi condenado a 22 anos de reclusão.
Já os intermediadores Wellington Honório Albino e Dieliton Mota da Silva foram condenados a 18 anos cada um. Já Ediane Aparecida da Cruz Silva, também apontada como intermediadora, foi condenada a 16 anos.
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