O Estadão pediu manifestação da Polícia Civil. A defesa de Silva não foi localizada, mas o espaço segue aberto para posicionamento.
À época dos fatos, entre 2022 e 2023, Silva estava lotado no 16º Distrito Policial, na Vila Clementino. Atualmente, ele trabalha no 35º DP, na Vila Guarani, zona sul da capital.
Conforme as investigações, o grupo criminoso era composto por doleiros, operadores financeiros e indivíduos com extenso histórico de prática de atos de lavagem de capitais.
A organização atuava de forma coordenada para assegurar a continuidade das práticas criminosas e evitar a responsabilização de seus integrantes.
(Com Agência Estado)
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