Em publicação no X, a missão iraniana declarou que a afirmação de que o país persa teria fechado o Estreito de Ormuz é infundada e absurda e reiterou que Teerã "permanece comprometido com o direito internacional e com a liberdade de navegação".
A representação iraniana afirmou que, na véspera, a fragata iraniana Dena, que visitava a Índia como "convidada naval" com cerca de 130 marinheiros a bordo, foi atingida e afundada em águas internacionais por um submarino dos EUA, sem aviso prévio.
De acordo com a missão do Irã na ONU, o ataque teria ocorrido a quase 2 mil milhas das costas iranianas e resultou na morte de mais de 100 marinheiros. O comunicado classificou o episódio como um "ataque imprudente" que "viola os princípios fundamentais do direito internacional e da liberdade de navegação".
A declaração ocorre em meio ao aumento das tensões na região do Golfo após o início da guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, por onde passa cerca de 20% do petróleo global. Nos últimos dias, autoridades da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês) também afirmaram ter "controle total" sobre a passagem e alertaram que embarcações que tentarem cruzar a região poderão ser alvo de ataques.
(Com Agência Estado)
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