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Justiça Quarta-feira, 01 de Julho de 2026, 16:14 - A | A

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Quarta-feira, 01 de Julho de 2026, 16h:14 - A | A

AGRESSÃO NO ELEVADOR

Investigador preso por bater em idoso é transferido para penitenciária de Chapada 

O policial civil aposentado Luciano Testa foi flagrado agredindo o idoso dentro do elevador de um condomínio no bairro Cidade Alta, em Cuiabá

Maryelle Campos

O policial civil aposentado Luciano Testa, de 56 anos, que foi flagrado agredindo um idoso, de 62 anos, dentro do elevador de um condomínio em Cuiabá, foi transferido para a Cadeia Publica de Chapada dos Guimarães (67 km de Cuiabá). A decisão foi proferida pela juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, durante audiência de custódia realizada no último domingo (28). A Polícia Civil divulgou a prisão nesta terça-feira (30).

A 27ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá já havia decretado a prisão do investigador no dia 24 de junho, à pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). Segundo o MP, a agressão foi precedida por uma escalada de violência.

O início do desentendimento teria se iniciado há menos de um ano, em agosto de 2025, quando foi registrado o primeiro boletim de ocorrência contra o investigador. 

Como publicado pelo HNT, as agressões ocorreram na noite de 11 de junho, dentro do elevador de um condomínio localizado no bairro Cidade Alta, na capital. Câmeras segurança registraram o momento em que o policial começa a agredir o idoso com socos e chutes, mesmo após cai ao chão. 

LEIA MAIS: Polícia prende investigador aposentado suspeito de agredir idoso em elevador

As agressões só terminaram quando o elevador chegou ao 11º andar e o idoso se refugiou no apartamento do síndico. A esposa do idoso, que também estava no elevador, foi agredida ao tentar intervir e relatou ter sofrido assédio sexual. 

A escolha da penitenciária, segundo a magistrada, se justifica pela preservação da integridade física e moral do investigador. Na decisão anterior, dada pelo juiz João Bosco Soares da Silva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá, que determinou a prisão preventiva, o risco de interferência na investigação e a insuficiência das medidas cautelares foram destacadas. 

LEIA MAIS: Justiça decreta prisão preventiva de policial civil flagrado agredindo idoso em elevador

A competência do juízo para julgamento do caso deve ser definido com o retorno das atividades normais do Poder Judiciário.

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