A Justiça do Trabalho de Mato Grosso concedeu mais cinco dias para a Santa Casa se manifestar quanto às propostas de compra. A instituição havia pedido um tempo extra para negociar as ofertas recebidas e assim conseguir um valor maior para quitar o máximo das 800 ações trabalhistas acumuladas.
Até o momento, as duas melhores ofertas foram do Governo de Mato Grosso, que ofereceu R$30 milhões à vista, e do Instituto Evangelístico São Marcos, com uma proposta de R$48 milhões, mas de forma parecelada.
Na semana anterior, no dia 23, o governador Mauro Mendes (União Brasil) descartou a possibilidade de mais um lance, alegando que o imóvel “não vale mais do que isso. Nossa proposta é firme e verdadeira. Nós subimos um pouco pelo interesse que tem. Se não, não vamos construir alternativas. O governo [também] não vai entrar em leilão. É a última oferta que eu vou fazer como governador”, declarou.
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Quando as partes forem notificadas oficialmente, o relógio de 5 dias começa a correr. Após o prazo, com ou sem novas manifestações, o processo volta para a juíza Eliane Xavier e caberá a ela analisar se aceita uma das propostas, se espera por uma melhoria ou qual será o próximo passo para vender o imóvel e pagar os trabalhadores.
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