Na sequência, Haddad disse que desde o ano passado tem visto espaço para cortes na taxa de juros. "Lembrando que é um problema, tem um remédio, e você tem que calibrar a dose. Então, essa coisa de dosar é a arte do banqueiro central", declarou.
Durante o painel, o ministro disse que melhorou as contas públicas simultaneamente à preservação de direitos sociais e empregos, "sem prejudicar a base da pirâmide". Em seguida, afirmou que vê o Brasil próximo do equilíbrio fiscal.
"Acho que nós temos uma gordura de política monetária, 10% de juro real", afirmou o ex-ministro da Fazenda. "Mantendo o ritmo de reformas, fazendo os ajustes necessários, e eu sempre defendo que preservem a base da pirâmide, para não comprometer o crescimento, eu acho que a gente consegue avançar mais e, num segundo mandato nessa direção, a gente chegar a estabilizar a relação dívida-PIB, com crescimento robusto e um conjunto de reformas que melhoraram o ambiente de negócios", acrescentou.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







