Na ocasião, Haddad disse que o governo reduziu o gasto tributário. "Nós tivemos apoio do Congresso pela primeira vez numa agenda de corte de gasto tributário. Nós chegamos ao cúmulo de ter 8% do PIB de gasto tributário. Nós devemos ter conseguido reduzir isso para um pouco mais de 6% do PIB", declarou.
O petista continuou: "Nós fizemos uma coisa muito ponderada. Nós pegamos cada incentivo fiscal, cada subvenção, e fomos julgando a conveniência de manter ou não aquilo, e fomos submetendo ao Congresso um a um desses projetos de lei para que o Congresso desse a última palavra".
Na sequência, o ex-ministro citou as declarações do presidente do PSD. "Hoje eu inclusive vi o Kassab falar que houve aumento de carga tributária, e eu queria corrigi-lo, porque na verdade o PSD ajudou muito. O PSD do Kassab votou em todos os projetos de corte de gasto tributário que não se justificava mais. Então, o Kassab foi parceiro, sem saber, talvez."
As declarações de Kassab ocorreram mais cedo, também no evento do Banco Safra, ao comentar sobre a confirmação do lançamento da candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, para a presidência da República pelo PSD.
"(Lula) Não fez nada nesses cinco mandatos para tentar trazer mais transparência, trazer o voto distrital, fazer a reforma administrativa", disse. "Ao contrário, porque, para ter recursos e investir na infraestrutura do País, não pode aumentar a carga tributária. Vocês sabem o que foi esse governo Lula e o aumento brutal da carga tributária", acrescentou.
(Com Agência Estado)
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