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Cidades Segunda-feira, 30 de Março de 2026, 16:16 - A | A

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Segunda-feira, 30 de Março de 2026, 16h:16 - A | A

NO PALÁCIO ALENCASTRO

Agentes de endemia fazem manifestação por pagamento de 40% de adicional de insalubridade; veja vídeo

Abilio desceu do gabinete para conversar com servidores, disse concordar com reivindicação, mas explicou que gestão obedece TAC do MP e depende de parecer da Procuradoria para rever percentuais nos holerites

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

Os agentes municipais de endemia de Cuiabá realizaram manifestação nesta segunda-feira (30) pelo pagamento do adicional de insalubridade. Os servidores requerem 40% para todos os profissionais. A Prefeitura, por sua vez, revisou os holerites pagando de 10% à 40%, dependendo da função que o trabalhador executa.

O prefeito Abilio Brunini (PL) desceu do gabinete para conversar com os servidores. Ele tentou iniciar uma negociação, mas ao ser encurralado por lideranças sindicais saiu da frente do Palácio Alencastro e foi em direção à praça para ter mais espaço. Um coro se formou contra o prefeito, o chamando de "covarde por "fugir". Mas a estratégia, segundo ele, era dispersar discussões políticas em torno da militância ao PT para explicar o impasse sobre o adicional.

Abilio disse que um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) pactuado em 2023 com a antiga gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (PSD) estabelece que o Executivo faça laudos técnicos de insalubridade, identificando o grau do risco que o servidor está exposto para determinar a porcentagem do adicional ao holerite.

O prefeito afirmou ser favorável aos 40%, mas por ter uma decisão judicial falou que espera parecer da Procuradoria Municipal para que a gestão possa se posicionar oficialmente.

"Eu conheço atividade de vocês, já fui com vocês na rua. Ao meu entender é 40%. Mas assim como não posso falar na UPA ao médico a receita que quero, não posso chegar ao médico de segurança do trabalho e dizer que tem que dar tanto pra esse. Legalmente não posso fazer isso", esclareceu Abilio.

A correria dos sindicalistas é para que haja uma resolução antes do pagamentos dos salários do mês de abril. No entanto, Abilio assegurou que, caso o parecer seja favorável a valores acima do que foram indicados pelos laudos, eles fará "o pagamento em folha complementar". 

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