O alvo da agência reguladora são as empresas que prestam serviços de valor agregado - como streaming de áudio, vídeo e inteligência artificial - gerando grandes volumes de tráfego nas redes. São os casos de Google, Amazon, Meta, TikTok, Netflix e outras do gênero.
A relatoria ficará sob os cuidados do conselheiro Edson Holanda, que tomou posse ano passado. O prazo para envio das manifestações acaba em 25 de junho de 2026.
O processo regulatório terá dois eixos: o primeiro vai investigar como o tráfego massivo de dados de grandes plataformas, impulsionado por vídeos em alta resolução e inteligência artificial, afeta os investimentos e a qualidade das redes de telecomunicações.
O segundo eixo trata da proteção do consumidor, abordando tópicos como detalhes sobre a transparência na cobrança de serviços digitais embutidos em planos de celular e a existência de "dark patterns", técnicas de design manipulatório que dificultam o cancelamento de assinaturas.
Segundo a Anatel, isso ocorre em um cenário de pressão global, com aplicação de multas bilionárias a essas empresas em mercados como o dos Estados Unidos, por exemplo.
(Com Agência Estado)
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