"Até agora, não há nenhum indicativo, nenhum momento de se questionar, nós não estamos discutindo esse assunto e dificilmente iremos discutir", afirmou durante o lançamento do painel de precatórios da Pasta, em Brasília.
Segundo ela, o arcabouço fiscal se mantém para o próximo ano. A ministra não quis falar sobre decisões de mais longo prazo porque afirmou que sairá do cargo em 24 horas, com o sucessor a ser anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"Não vamos mudar meta, só para deixar claro, cumprir ou não meta em 2027, passa por uma série de fatores e mesmo assim a gente não vê dificuldade, porque tem que ter o lado bom e o lado ruim. Não há lado bom na guerra, mas se é que a gente pode falar para fins orçamentários, nesse caso específico que vocês viram recentemente, é o aumento da arrecadação", completou.
Tebet comentou que está otimista com um acordo entre governadores e União para uma medida de controle do preço dos combustíveis. A Fazenda propôs uma subvenção de R$ 1,20 para o diesel importado, com o custo dividido igualmente com Estados.
"Acho que os governadores estão mais sensíveis, acho que a gente pode ter alguma coisa relativamente nova vindo por aí, positiva, a gente está muito otimista em relação a isso", disse.
Sobre possíveis medidas que precisam passar pelo Congresso Nacional, a ministra apenas afirmou que são decisões políticas, mas que, no caso de se acabar com a taxa das blusinhas, por exemplo, o impacto orçamentário seria irrelevante.
"Com ou sem isso não dá um grande impacto no Orçamento. Nós estamos falando de uma arrecadação, que eu acho que o ano passado ficou em quase R$ 2 bilhões ou R$ 2,1 bilhões, alguma coisa nesse sentido", declarou.
(Com Agência Estado)
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