Para a companhia, após um longo período de incertezas nos fluxos comerciais internacionais com a política tarifária dos Estados Unidos, o último trimestre de 2025 foi caracterizado pela "continuidade da recuperação dos preços da celulose de fibra curta".
A empresa afirma que o avanço refletiu uma melhora do sentimento de mercado, amparada pela sazonalidade e a perspectiva de menor disponibilidade de oferta no curto-prazo, além do preço da madeira mais elevado na China.
A Suzano avalia que a queda da receita líquida na comparação anual é explicada pela desvalorização do dólar médio em relação ao real médio e pela queda no preço médio líquido de celulose em dólares. "Esses efeitos foram parcialmente compensados pelo maior volume de vendas de celulose e de papel (+4% e +10%, respectivamente)", destaca.
Em relação ao trimestre imediatamente anterior, houve alta de 8% na receita líquida.
Em relação ao Ebitda Ajustado, a queda na comparação com o mesmo período de 2024 se deu, segundo a companhia, pelo menor preço médio líquido em dólar da celulose e desvalorização do dólar. "Esses efeitos foram parcialmente compensados principalmente pelo: maior volume de vendas de celulose e papel; menores Despesas de Vendas e Gerais e Administrativas; menor custo do produto vendido. Na comparação com o trimestre anterior, houve alta de 7% no indicador.
Já no lucro líquido, o aumento em comparação ao quarto trimestre de 2024 é explicado pelo menor impacto negativo no resultado financeiro; aumento na rubrica de outras receitas/despesas operacionais; e pela queda na rubrica de despesas gerais e administrativas.
Na comparação com o terceiro trimestre, houve queda. A companhia registrou lucro líquido de R$ 1,961 bilhão no período anterior.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.





