"Brasil e EUA têm uma relação histórica. O comércio entre os dois países é ganha-ganha, e todo o empenho do governo brasileiro ao longo destes meses foi de negociar", afirmou.
Segundo Prazeres, ainda há produtos brasileiros sujeitos a tarifas de 50%, como máquinas e equipamentos, móveis e calçados, e o objetivo atual da pasta é aumentar o número de itens excluídos da sobretaxa.
A secretária de Comércio Exterior comentou também que, a despeito da redução de exportações brasileiras aos EUA, em dezembro houve uma redução no ritmo de queda dos envios. "Em outubro, a queda das exportações chegou a mais de 30%, já em dezembro o resultado das exclusões negociadas com o governo dos EUA foi de queda de 7%", pontuou.
Na entrevista, Prazeres afirmou que a dualidade macro certamente estará presente no comércio exterior neste ano. "Ao mesmo tempo em que buscamos ampliar acesso a outros países, precisaremos lidar com barreiras impostas por esses mercados", disse.
(Com Agência Estado)
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