"A combinação de um mercado de trabalho mais aquecido, com níveis historicamente baixos de desemprego, e sinais de maior estabilidade econômica ajuda a sustentar essa percepção", afirma o CEO da Ipsos, Marcos Calliari.
Ele pondera que o movimento ainda não marca uma virada estrutural, considerando que o consumidor segue atento aos desdobramentos econômicos e fiscais para os próximos meses.
Em dezembro o Brasil ocupou o nono maior índice de confiança entre os 30 países estudados, ante oitavo maior no mês de novembro.
(Com Agência Estado)
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