Vídeos curtos compartilhados por ativistas mostram manifestantes entoando cânticos contra o governo do Irã em torno de fogueiras. Nas imagens, é possível ver destroços nas ruas de Teerã e de outras cidades.
A mídia estatal iraniana quebrou o silêncio nesta sexta sobre os protestos e disse que "agentes terroristas" dos Estados Unidos e de Israel atearam fogo e provocaram violência. Também mencionou que houve "vítimas", sem dar mais detalhes.
Os protestos contra a crise econômica se intensificaram a partir do dia 28 e se transformaram no desafio mais significativo ao governo em vários anos. As manifestações incluíram gritos de apoio ao xá Reza Pahlevi, que fugiu do país pouco antes da Revolução Islâmica de 1979.
O filho homônimo de Pahlevi, que mora nos Estados Unidos, convocou protestos para a quinta-feira, 8, e para esta sexta. "Iranianos exigiram sua liberdade esta noite. Em resposta, o regime no Irã cortou todas as linhas de comunicação", disse o príncipe exilado. "Desligou a internet. Cortou as linhas telefônicas fixas. Pode até tentar bloquear sinais de satélite."
A repressão às manifestações já matou 42 pessoas, enquanto outras 2,3 mil foram detidas, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, com sede nos Estados Unidos. Fonte: Associated Press*.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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