"Historicamente, as instituições têm que ser até às suas competências. Esse é o nosso entendimento. E essa competência pertence ao Banco Central, que tem técnicos muito, muito especializados, faz de monitoramento. Portanto, eles têm ampla capacidade técnica, são todos ali compulsados por equipe técnica, que apresenta à diretoria os pareceres que são ratificados diante do estudo técnico", afirmou Rui Costa, após o evento que relembrou os três anos dos atos golpistas de 8 de Janeiro, no Palácio do Planalto.
Rui Costa disse que a competência do BC se baseia em critérios técnicos e defendeu a atuação de "quem estudou e se dedica há anos" para monitorar o sistema financeiro brasileiro.
"Acho que eu sou sempre favorável a respeitar os pareceres técnicos, do trabalho técnico, de quem estudou, se dedica há anos. Eles são institucionalmente o órgão responsável por monitorar o sistema financeiro e adotar as providências", disse o chefe de Casa Civil.
Conforme mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, instituições e personalidades envolvidas com a operação do Banco Master sofreram uma tentativa de assassinato de reputação nas redes sociais pouco antes da virada do ano. Uma série de postagens tentou colocar em xeque a credibilidade de órgãos públicos e privados, como o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em relação à operação de liquidação extrajudicial do Master, decretada pelo BC no dia 18 de novembro do ano passado. A liquidação foi assinada pelo presidente do BC, Gabriel Galípolo.
(Com Agência Estado)
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