A negativa irlandesa ocorre um dia antes da data que o governo brasileiro considera o "marco relevante" para o futuro do pacto.
A secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, afirmou que a reunião de sexta em Bruxelas trará a clareza necessária sobre os próximos passos. "A gente não vai cravar uma data, mas a partir daí a gente vai ter mais clareza", disse, relembrando a carta enviada pela Comissão Europeia ao presidente Lula prometendo a assinatura para janeiro.
Cenário dividido
A votação, na sexta, vai testar a coesão do bloco europeu. Enquanto a Irlanda formaliza o seu "não" e a França enfrenta protestos massivos de agricultores - com a federação FNSEA exigindo "Stop Mercosul" e bloqueando estradas -, a Alemanha tenta costurar a maioria necessária.
O porta-voz do governo alemão, Stefan Kornelius, declarou na quarta estar "muito confiante" de que a Itália apoiará o acordo.
O apoio de Roma é visto como fundamental para contrabalançar a oposição francesa e obter a maioria qualificada necessária para que a Comissão Europeia possa assinar o tratado, possivelmente na próxima semana.
(Com Agência Estado)
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