O Dow Jones fechou em alta de 0,36%, aos 51.850,87 pontos. O S&P 500 caiu 0,10%, em 7.358,39 pontos. E o Nasdaq recuou 0,43%, encerrando em 25.476,64 pontos.
As preocupações com os gastos financiados por dívida das grandes empresas de tecnologia e a possibilidade de um Fed mais rígido direcionaram a queda dos mercados nesta semana, com força maior no Nasdaq, focado em tecnologia. As ações da Micron caíram 0,37%, enquanto os papéis da também fabricante de memória Sandisk recuavam mais de 2%. As duas empresas já haviam despencado 13% no pregão anterior. Outras ações do setor de semicondutores, como AMD e Intel, também registraram queda.
A queda nos preços do petróleo pela terceira vez nesta semana pressionou as ações do setor de energia. Exxon Mobil, Chevron e ConocoPhillips recuaram mais de 2% cada. Já o fundo State Street Energy Select Sector, que acompanha o desempenho do setor de energia, registrou queda de quase 2%.
Para a Capital Economics, as dúvidas sobre o futuro da onda de investimentos em IA, a rápida alta das ações de chips e o impacto de um Fed mais duro sob Kevin Warsh afastaram Wall Street da correlação com o petróleo. "Desde que a reescalada seja evitada, achamos que os fatores macro domésticos, e não as flutuações diárias do petróleo, voltarão a ser a principal influência sobre os mercados", explicam.
Na contramão, ações de construtoras e de fabricantes de materiais de construção saltaram em Nova York após aprovação em ambas as casas do Congresso americano de um projeto de lei que visa reduzir os custos de moradia. A Builders FirstSource avançou 11%, a PulteGroup ganhou 7,2% e a KB Home teve alta de 16,7%.
(Com Agência Estado)
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