Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,37%, a 10.846,70 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,4%, a 25.277,70 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,72%, a 8.620,93 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,54%, a 47.425,94 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,19%, a 18.496,60 pontos. Na contramão, em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,3%, a 9.267,91 pontos. As cotações são preliminares.
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que "o ambiente comercial permanece desafiador" para exportadores da zona do euro, citando tarifas mais altas, euro forte e volatilidade política global.
Além do Irã, também pesou no bom humor dos mercados o temor de uma "bolha de IA" sobre gastos em inteligência artificial. Em relatório, o Morgan Stanley alertou que os investimentos podem atingir métricas de intensidade de capital muito superiores aos níveis vistos na "bolha da Internet" dos anos 2000, com os planos de gastos acelerando em ritmo incompatível com a receita. O subíndice europeu de tecnologia chegou a cair 1%, mas se recuperou e subiu 0,5%.
Entre as ações, a Engie saltou 7,95% após anunciar acordo de US$ 14 bilhões para a rede elétrica no Reino Unido. Em Londres, a Rolls-Royce avançou 5,11% depois de projetar lucro superior a 4 bilhões de libras em 2026, enquanto a London Stock Exchange Group subiu 10% com plano de recompra de 3 bilhões de libras.
Em Paris, a AXA ganhou 2% com alta do lucro, ao passo que a Allianz subiu modestos 0,8% mesmo após lucro operacional recorde. A Puma avançou 9,7%, apesar de prejuízo anual. A Jefferies disse que o balanço da Puma mostrou progresso "ligeiramente à frente" do esperado, apesar de um fim de 2025 difícil. A Stellantis teve ganho de 4,2% após prometer retorno ao lucro em 2026.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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