O índice ficou em 104,7 pontos, na zona de satisfação, acima de 100 pontos. O resultado representa o maior nível desde julho de 2025. Na comparação com fevereiro de 2025, o Icec ficou estável (0,0%).
Na passagem de janeiro para fevereiro, o componente de avaliação das condições atuais subiu 2,3%, com altas nos itens economia (5,1%), empresa (0,6%) e setor (2,1%).
O componente das expectativas subiu 1,0%, com elevações nos quesitos economia (1,1%), setor (1,0%) e empresa (1,1%). O componente das intenções de investimentos teve elevação de 1,8%, com altas nos itens investimentos na empresa (0,9%), contratação de funcionários (3,3%) e estoques (0,9%).
"Em fevereiro, a maior parte dos varejistas (70,6%) disse observar piora no momento atual da economia; no entanto, este foi o quarto mês com redução e o menor percentual desde janeiro do ano passado (67,3%). Quando questionados sobre as expectativas, a maioria (62,0%) acredita em melhora econômica, percentual 2 pontos percentuais abaixo do observado em janeiro. Revelando uma recuperação maior no curto prazo e maior cautela para os próximos meses", apontou o relatório da CNC.
(Com Agência Estado)
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