"Após mais de 30 anos de negociações, assinaremos em 17 de janeiro, no Paraguai, um acordo histórico e o mais ambicioso entre ambos os blocos", escreveu Quirno na rede X. A data já havia sido antecipada por fontes à Broadcast, Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Segundo ele, todos ganham com o acordo, pois a Argentina e os países do Mercosul terão acesso preferencial à UE, "um mercado de 450 milhões de pessoas, que representa cerca de 15% do PIB mundial", enquanto os europeus eliminarão "tarifas para 92% das nossas exportações e concederão acesso preferencial para outros 7,5%". Desta forma, "99% das exportações agrícolas do Mercosul serão beneficiadas", acrescentou Quirno.
Já Lezcano, em coletiva de imprensa, comentou que o acordo constitui um marco nas relações externas do Mercosul, sendo o entendimento mais relevante alcançado pelo bloco em termos de acesso ao mercado. "A associação estratégica implica a integração de um mercado de 800 milhões de habitantes, com um PIB conjunto equivalente a um quarto do PIB mundial e um fluxo comercial total que ascende a aproximadamente US$ 100 bilhões", disse.
(Com Agência Estado)
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