A posição francesa lidera um bloco de resistência que ganhou reforços nas últimas 24 horas. A Hungria e a Irlanda oficializaram que também votarão contra a proposta, citando riscos para o sustento de seus produtores rurais e a falta de garantias econômicas. No entanto, a matemática final da votação em Bruxelas dependerá da consolidação do voto italiano e da capacidade da Alemanha de garantir a coesão dos demais Estados-membros a favor do livre comércio com o bloco sul-americano.
"É difícil você ter unanimidade. Nós torcemos para que ocorra, porque isso é importante para os 27 países da União Europeia, e é importante para o Mercosul - de quatro passamos para cinco países, com a entrada da Bolívia -, e isso é importante para o mundo. Em um momento de instabilidade, de guerras, de conflitos, você mostra que é possível fortalecer o multilateralismo e o nível de comércio", sustentou Alckmin em agenda na tarde desta quinta-feira.
E completou: "Torço para que a gente possa ter uma solução positiva, no que depender do Brasil, o Brasil fez todo o trabalho para que isso ocorra."
(Com Agência Estado)
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