Segundo o relatório, a economia chinesa manteve um crescimento robusto no primeiro semestre do ano passado, apoiado pela aceleração dos embarques de exportação antes do aumento das tarifas dos Estados Unidos e por um consumo doméstico mais forte.
"No entanto, o ritmo começou a perder fôlego no terceiro trimestre", pondera o documento. "Em setembro, o crescimento das vendas no varejo desacelerou para 3%, ante um pico de 6,4% em maio - a taxa mais alta desde janeiro de 2024".
O relatório ainda cita o investimento em ativos fixos, que teve contração de 0,5% nos três primeiros trimestres do ano. "Isso sugere uma atividade de investimento significativamente mais fraca no terceiro trimestre", diz a ONU.
O setor industrial e de infraestrutura foram impulsionados por estímulos governamentais - como os títulos ultralongos para renovação urbana, segundo a ONU. Em contrapartida, esses ganhos foram compensados pela contração do setor imobiliário.
Para este ano, o relatório alerta que os principais riscos decorrem de uma possível deterioração das relações comerciais entre China e Estados Unidos, de uma demanda global mais fraca e de uma nova desaceleração do setor imobiliário.
(Com Agência Estado)
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